Cidade

Brisa suave, miniaturas de vento.
A mão protetora, uma pedra viajante.
Molas da cadeira em que agora sento
não mais que ecoam som de corpo distante.

Uma viola na mão, espumas no ar,
Um homem no chão, criança a brincar.
Ele só tem sete cordas, quisera tocar,
ela deixa de lado o sabão, vê-lo altar.

Lado a lado sentados, não há idade,
nem cor, nem nada que não os faça cantar.
O dia festeja a mediocridade
quando vê a lua ao longe fazer luar

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